segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dia Internacional para a erradicação da Pobreza




"HOJE é DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA.

Queremos um mundo sem pobreza e fome!

Queremos um mundo com acesso universal à educação!

Queremos um mundo sem discriminação de género!

Queremos um mundo onde crianças não morram desnecessariamente!...

Queremos um mundo onde todas as mães tenham acesso à saúde!

Queremos um mundo onde não se morra por falta de cuidados médicos!

Queremos um mundo onde o ambiente seja protegido!

Queremos um mundo unido, solidário e em paz!"



Oikos - Cooperação e Desenvolvimento




Para assinalar esta data vou propor-te o seguinte desafio:



Durante esta semana contrói uma frase ou verso que contanha as palavras MUNDO e POBREZA e envia aqui para o blogue.

A frase vencedora será premiada... Bom trabalho :)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Portugueses são os que menos vêem o clima como o maior problema mundial


"O portugueses são os europeus que menos colocam as alterações climáticas no topo da lista dos problemas do mundo, segundo os resultados um inquérito Eurobarómetro hoje divulgados.

Apenas sete por cento da população – um em cada 14 residentes – acha que se trata do mais sério problema que a humanidade está neste momento a enfrentar e 28 por cento dizem que é um dos três maiores problemas actuais. A média da União Europeia é de 20 por cento e 51 por cento, respectivamente.


Entrevistados em Junho de 2011, os europeus colocaram as alterações climáticas em segundo lugar na lista das suas preocupações, apenas atrás da pobreza, fome e falta de acesso a água.


Portugal é um dos países que mais se afasta deste padrão. A pobreza também está no topo, com 44 por cento dos portugueses a dizer que este é o principal problema actual. Mas depois surge a situação económica, com 25 por cento, seguida do terrorismo, com nove por cento. As alterações climáticas ficam em quarto lugar.


O anterior Eurobarómetro sobre a atitude dos europeus quanto ao aquecimento global tinha sido realizado há dois anos, em Agosto-Setembro de 2009, pouco antes da mediática conferência climática das Nações Unidas, em Copenhaga. Na altura, também não tinha ainda estalado a polémica sobre os emails roubados de uma universidade britânica, que alegadamente revelavam procedimentos incorrectos de climatologistas – no que ficou conhecido como o caso Climategate.


Passados dois anos, as alegadas dúvidas lançadas pelo Climategate sobre a ciência parecem não ter tido reflexo no nível de preocupação dos cidadãos. Mesmo que metade dos europeus não coloquem as alterações climáticas a liderar a lista dos males globais, cerca dois terços (68 por cento) acham que se trata de um problema “muito sério”, contra 64 por cento em 2009. Em Portugal, este valor até sobe para os 75 por cento – ou seja, os portugueses preocupam-se com o aquecimento global, mas acham que há problemas mais relevantes neste momento.


A crise económica é um deles. Em 2009, dez por cento dos portugueses apontavam o recuo da economia como o principal problema mundial, contra 25 por cento agora.


Quanto à contribuição individual de cada um para resolver o problema, a maior parte dos portugueses (56 por cento) diz que separa o lixo para reciclagem, 29 por cento evitam produtos descartáveis, como sacos plásticos de supermercado, e 14 por cento dão preferência a produtos locais. O carro, este, não é visto no país como uma arma para combater o aquecimento global. Só um por cento dos inquiridos no país admitem que isto pesou na hora de escolher um novo automóvel."

ecoesfera.publico.pt